10 grandes lembranças no basquete – Fúlvio

Luís Araújo

Começo em Limeira, “temporada muito gostosa” em São José, inspiração em Steve Nash e frustração por não ter visto LeBron James campeão da NBA em 2015. Essas são algumas das principais memórias que Fúlvio tem no basquete. O armador passa por elas a seguir.

A primeira lembrança que tenho

“Lembro muito de quando eu era bem criança e ia ver os jogos do time adulto em Limeira. Ai, no intervalo das partidas, eu e o resto da molecada toda entrávamos em quadra para ficar arremessando.”

O time que mais gostei de ver jogar até hoje

“Vou falar um time do qual eu fiz parte: o São José da temporada 2011/12. Era um grupo fantástico, existia muita harmonia entre os jogadores durante o ano inteiro e não teve dor de cabeça nenhuma. Foi uma temporada muito gostosa. Só faltou o título do NBB mesmo para coroar.”

Um jogador que me inspirou

“Steve Nash. Sempre. Pela forma de jogar e pelos passes fantásticos que ele sempre deu em quadra. Coisas que eu sempre tento fazer também.”

Uma tristeza que tive

“Eu lamento muito ainda não ter conquistado um título do NBB. Aquilo que aconteceu em 2012 é algo que lamento demais, mas não consigo chamar de tristeza. É uma lamentação mesmo. Serviu de aprendizado.”

Um momento na história que queria ter visto

“Eu gostaria de ter visto todas as finais da NBA de perto. Mas principalmente qualquer uma que o Michael Jordan tivesse envolvido. Uma só pelo menos. Seria algo fantástico. Nem penso em nenhuma em especial, não. Qualquer uma que tivesse a participação dele já estaria bom demais.”

Algo que queria ter visto, mas nunca aconteceu

“Eu queria muito que o Cleveland Cavaliers tivesse vencido a final da NBA de 2015, aquela em que o Kevin Love e o Kyrie Irving estavam machucados e que mesmo assim o time chegou ao sexto jogo. Por mais que eu imagine que o LeBron James ainda vai ser um dos cinco melhores jogadores da historia do basquete, acho que ele estaria em um nível ainda mais avançado neste sentido se ganhasse aquela final. Eu gosto bastante do LeBron e acho que ele recebe muitas críticas absurdas.”

O que mostraria se alguém perguntasse o que é basquete

“Daria um arremesso. Pegaria uma bola, daria um chute e tentaria jogar um contra um para mostrar melhor o que é. Algo mais ou menos assim.”

Quando resolvi que queria ser jogador

“Isso aconteceu a partir do momento em que percebi na categoria de base que eu era bom. Quando passei a ganhar títulos, vi que talvez pudesse ter futuro. O basquete era só um hobby para mim no começo. Eu e meu irmão fazíamos de tudo no clube, treinamos vários esportes. Aí o basquete aos poucos foi tomando uma proporção maior, deu certo para mim e acabou virando a minha profissão.”

O que pouca gente sabe sobre mim, mas que tem tudo a ver com a minha relação com o basquete

“Eu gosto de ajudar as pessoas. Sempre ajudei muito e faço isso com muitas pessoas também dentro de quadra. Eu gosto que os outros tenham protagonismo. Eu me sinto feliz em ver alguém se destacando e sou assim fora da quadra também.”

Algo que vivi e nunca me esquecerei

“Meus momentos com a seleção brasileira sempre foram muito bons. Foram momentos únicos. Ali são os melhores jogadores reunidos em um lugar e os treinamentos são gostosos. Não destaco nenhuma passagem em especial. Eu só tive a oportunidade de ganhar o Sul-Americano, nunca teve nada muito expressivo. Mas estou tentando me referir à seleção por inteiro. Ser convocado ao final de temporada e treinar ao lado dos melhores é algo gratificante.”

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