Previsões e palpites para a temporada 2018/19 da NBA

Luís Araújo

Quem acompanha o Triple-Double há algum tempo já sabe que isso é uma tradição por aqui. Alguns chutes são um pouco mais conscientes, mas muitos outros são tiros no escuro e podem passar muito longe da realidade. No final da temporada, a gente resgata esse texto para conferir o que se concretizou e o que deu errado.


Previsões aleatórias

Nikola Mirotic terá mais de 18 pontos por jogo

Não é de hoje que o Pelicans gosta de jogar em ritmo bastante acelerado. É um time que deve ficar entre os cinco primeiros neste ranking ao final da temporada. A julgar pelo o que se viu na segunda metade do campeonato passado e pelas opções na rotação do atual elenco, Mirotic provavelmente será usado por cerca de 30 minutos por partida. Seria a maior marca da carreira. É extremamente improvável que ele continue acertando bolas de três — e com grau de dificuldade elevado — no mesmo ritmo dos primeiros compromissos da atual temporada, mas é muito fácil imaginá-lo com mais espaço para render ao lado de uma estrela como Anthony Davis, que naturalmente abre a quadra para os companheiros. Na esteira disso, faria todo sentido se Mirotic desse um outro salto em pontuação em relação a temporada passada e atingisse a casa dos 18 nesta.

Danilo Gallinari terá a melhor temporada ofensiva da carreira

Desde que chegou à NBA, em 2008, o italiano teve seu melhor desempenho em pontos na temporada 2015/16, quando anotou 19,5 por partida. Em eficiência nos arremessos (o que aparece como eFG nas estatísticas avançadas), seu recorde até hoje foi de 57,6% quando calouro, em uma temporada na qual atuou por apenas 28 vezes. É uma amostragem baixa. Fora isso, o melhor índice dele neste quesito apareceu em 2016/17: 53,1%, muito graças aos 38,9% de aproveitamento em bolas de três pontos. Qualquer tipo de aposta envolvendo o rendimento de Gallinari dentro de quadra já tem um risco alto porque pressupõe que ele resistirá às lesões. Mas fica aqui uma torcida para que isso aconteça, já que jogador no mundo merece sofrer com essas coisas. E se acontecer mesmo, dá para imaginá-lo dividindo com Tobias Harris o posto de principal arma ofensiva do Los Angeles Clippers. Ambos na casa dos 20 pontos por partida. No caso de Gallinari, atingir essa marca já seria um feito inédito. E tudo isso com eFG novamente acima dos 50%. Algo que não ocorreu naquela temporada dos 19,5 pontos por partida.

O Raptors vai emplacar o melhor quinteto da temporada

Jonas Valanciunas tem começado em alguns jogos e sido reserva em outros neste Raptors de Nick Nurse. Independentemente disso, uma coisa é certa: seus minutos diminuíram, especialmente ao lado dos outros principais jogadores da equipe. O novo treinador tem buscado escalar mais Serge Ibaka ao lado de Pascal Siakam, provavelmente em nome de uma defesa mais versátil, capaz de encarar mais vezes trocas de marcação após bloqueios. Os dois mais Kyle Lowry, Danny Green e Kawhi Leonard formam um quinteto que tem causado ótimas primeiras impressões. E a aposta é que isso vai continuar. Ao ponto de resultar no maior “Net Rating” (que é o saldo de pontos a cada 100 posses de bola) dentre as formações que tiveram mais de 150 minutos ao final da temporada. Poderia ser o time titular do Warriors neste palpite? Claro! Mas que graça teria apostar nisso?

O Lakers irá aos playoffs com mando de quadra

O começo, pelo menos em termos de resultados, é turbulento e já dava mesmo para esperar que isso aconteceria. É um time totalmente novo e que vem experimentando algumas estratégias diferentes no ataque. Vai levar um tempo até tudo ficar redondo, não tem jeito. Mas também não é que está um desastre completo. Já dá para ver algumas coisas funcionando. E tem LeBron James no meio desta brincadeira aí, é bom sempre lembrar. Jogar mais vezes contra adversários do Oeste será um desafio, mas também será uma boa oportunidade de fazer esse Lakers passar por um intensivo processo de correção dos erros que o levará ao desenvolvimento. Eventualmente, as vitórias virão em um ritmo maior. Alcançar o Golden State Warriors seria demais, mas dá tempo ainda de ganhar partidas o bastante para acabar avançando aos playoffs entre os quatro primeiros do Oeste.

Lance Stephenson vai fazer 30 pontos ao menos uma vez

É uma bomba relógio, capaz de acertar tudo em um dia e de encher a tabela de tijolos no outro. Neste início de temporada, ele já teve uma atuação de 23 pontos, com 14 arremessos dados em 25 minutos de ação. Não é difícil imaginá-lo saindo do banco um dia desses para ficar um pouco mais em quadra, arriscar um pouco mais e, em uma jornada de extrema felicidade, acertar chutes o suficiente para levá-lo à marca dos 30 pontos.

A formação mais usada pelo Lakers terá Lonzo Ball, não Rajon Rondo

Ball ainda é um jovem de altos e baixos. Isso aparece especialmente em seus arremessos de longa distância, mas também serve para suas contribuições defensivas. A boa notícia é que a defesa parece um pouco mais próxima de encontrar alguma consistência, o que é bastante animador diante do bom potencial que ele mostrou neste sentido em seus melhores dias. Também vai ficar claro ao longo do campeonato o quanto ele é capaz de render melhor do que Rondo sem o domínio da bola no ataque, o que o torna um encaixe mais interessante ao lado de LeBron James.

O Jazz será a segunda força do Oeste

Na temporada passada, o Jazz se classificou aos playoffs em quinto lugar do Oeste, mas estava claro o quanto esse time era melhor do que a campanha geral indicava. Além de alguns ajustes que Quin Snyder fez ao longo do caminho, o elenco passou a contar com Rudy Gobert saudável a partir da metade da temporada regular, teve um Ricky Rubio muito mais agressivo com a bola nas mãos e capaz de jogar mais vezes sem ela, viu o então calouro Donovan Mitchell explodir e se transformar em um pontuador extremamente criativo e ainda ganhou Jae Crowder, que estava sendo mal utilizado em Cleveland. De time com muito mais derrotas do que vitórias pouco antes do “All-Star Game”, o Jazz virou uma equipe muito mais competitiva e que acabou ganhando 48 partidas no total. Se ninguém se lesionar com seriedade, esse time vai retomar exatamente do ponto em que terminou a temporada passada. O que, definitivamente, não é pouca coisa. A primeira força do Oeste será o Golden State Warriors, claro. A segunda poderia ser Houston Rockets ou Oklahoma City Thunder, que têm elencos com jogadores até mais talentosos. Mas o Jazz é um time muito mais pronto.

O Bucks terá mando de quadra no Leste

Parece moleza falar isso agora, já que o Bucks foi o time que mais tempo permaneceu invicto nesta temporada. Mas a grande motivação por trás desta aposta passa, na verdade, por Mike Budenholzer. Não era difícil imaginá-lo transformando essa equipe em algo muito mais funcional do que se via nas temporadas anteriores, com uma defesa muito mais eficiente e um ataque mais espaçado. Algo que não dependesse quase que integralmente de Giannis Antetokounmpo, mas que também pudesse extrair a melhor versão do grego até hoje. É um salto que certamente vai acontecer. Pode não ser o bastante para levar ao topo do Leste logo neste primeiro ano, mas é um experimento com boas chances de render uma das quatro melhores campanhas da conferência.

Trae Young vai fazer 30 ou mais pontos pelo menos oito vezes

Já aconteceu uma vez. Foi em um jogo no qual ele anotou 35 pontos, tentando 23 arremessos e acertando 13 — sendo seis bolas de três. Vão ter muitos altos e baixos ao longo do caminho. Talvez as exibições com tijoladas na tabela sejam até mais frequentes do que ele gostaria neste primeiro ano, mas Young é o queridinho deste Hawks. Foi a quinta escolha do Draft, tem carta branca para tentar o quanto quiser nesta (nova) reconstrução da franquia e faz muito sentido que seja assim mesmo. Não parece nada absurdo, então, imaginá-lo tendo uma atuação de 30 ou mais pontos a cada dez partidas desta temporada.

Não será desta vez que a sequência do Spurs vai acabar

O Oeste parece estar ainda mais desafiador do que na temporada passada, quando o Spurs avançou para os playoffs em sétimo lugar. Ao mesmo tempo, porém, é um time com mais talento do que era naquela oportunidade. Kawhi Leonard praticamente não jogou, e DeMar DeRozan pode chegar a um nível mais alto — pelo menos em termos de consistência — nas mãos de Greg Popovich. Não será moleza. O mando de quadra parece distante. Mas esse Spurs continuará dando jeitos de vencer jogos ao ponto de carimbar mais uma vez o passaporte para os playoffs.

Kawhi Leonard comandará a vitória do Raptors na volta a San Antonio

O torcedor do Spurs que for ao ginásio no dia deste encontro fará uma força muito grande para abraçar o seu novo amor e tentar não pensar no ex. Durante o jogo, vai se concentrar ao máximo na tarefa de tentar convencer a si mesmo do quanto o atual é melhor. Mas não vai rolar. No fim de tudo, vai bater aquela ponta de saudade, misturada com a sensação de ódio por ver o amor antigo tão bem encaixado no novo time e, por tabela, se lembrar de como eram bons os tempos em que o tinha por perto.

O Wizards vai ficar fora dos playoffs

Não vai passar nem perto. Já na metade da temporada, estará claro que esse time não vai a lugar nenhum. Será o sinal mais claro do mundo de que esse Wizards já deu o que tinha que dar. É capaz que farpas sejam trocadas publicamente e que trocas para mexer nas estruturas do elenco sejam feitas. Resta saber quem seria envolvido. John Wall, que já tem uma extensão de contrato bem gorda assinada para a partir da próxima temporada? Bradley Beal, que tem melhorado ano a ano e que parece ter um contrato mais justo de acordo com o que entrega? Otto Porter, um ótimo arremessador de longa distância com um salário salgado além da conta?

 

Jimmy Butler e Kevin Love serão trocados em algum momento

Em alguns momentos, o Timberwolves vai até lembrar o time que foi em boa parte da temporada passada, quando chegou a aparecer em terceiro lugar do Oeste. Mas não será uma constante. A insatisfação de Butler não vai diminuir, já que parece cada vez mais que é pedir muito um pouco de defesa de Karl-Anthony Towns e de atitude para Andrew Wiggins. Aí, quando estiver bem claro que a saída de Butler como agente livre em 2019 será irreversível, alguma alma sensata em Minnesota vai se dar conta de que é melhor tentar receber qualquer coisa em troca do que perdê-lo de graça. Enquanto isso, o Cavs já terá percebido que o campeonato foi para o saco e partirá para uma reconstrução. O primeiro passo para isso será o de trocar a peça do elenco que mais se parece com uma estrela. A idade e o contrato gordo são fatores desfavoráveis para essa meta, mas sempre pode aparecer alguém desesperado e com foco total no presente em busca de alguém como ele.

Será a última temporada de Tom Thibodeau em Minnesota

O drama todo desta história com Jimmy Butler desde a temporada começar deixará claro o quão desastrosa foi a ideia de deixar Thibodeau acumular funções e exercer o cargo de gerente geral. Poderia até acontecer algo mais ou menos na linha do que se viu com Doc Rivers no Los Angeles Clippers, mas os resultados de Thibodeau como treinador também não serão tão animadores assim. Os jovens do elenco ainda não terão apresentado o desenvolvimento que um dia prometeram e Butler estará em algum outro lugar. Sem falar na falta de clima que teria para Thibodeau depois de toda a história envolvendo Butler. O casamento entre treinador e franquia, que começou tentando imitar o de Bill Belichick com o New England Patriots na NFL, está nas últimas.

O Nets será o melhor time de Nova York

Não é das previsões mais arrojadas, mas tudo bem. O Nets vai alcançar a marca das 30 vitórias, algo que não acontece com a franquia desde 2014/15 — quando foi para os playoffs pela última vez. Enquanto isso, o Knicks não vai conseguir igualar as 29 da temporada passada. O experimento que tem sido feito durante essa fase sem Kristaps Porzingis não terá resultados animadores. O que não surpreenderia quase ninguém.

Nikola Jokic finalmente será “all-star”

Chegou a hora. O Oeste é muito concorrido, é verdade. Mas o Nuggets vai se mostrar um time mais forte do que era na temporada passada. Em meados de janeiro, provavelmente estará em posição de brigar pelo mando de quadra na primeira rodada dos playoffs. O ataque será um dos mais eficientes da liga e, claro, terá Jokic como seu principal motor. Então essa vaga no “All-Star Game” aparecerá para premiar o protagonista de uma equipe extremamente competitiva até o momento da votação. Algo mais ou menos como foi com Karl-Anthony Towns na edição passada.

Jayson Tatum também será “all-star”

A caminhada nos playoffs durante a campanha de novato deixou um recado bem claro para o resto da liga: Tatum é um jogador pronto, praticamente sem fraquezas nos dois lados da quadra e que sabe assumir o papel principal quando sente que precisa fazer isso. Essa temporada servirá como uma espécie de afirmação do que vimos naquela jornada do Celtics, que ficou a uma vitória de destronar LeBron James e caminhar para a final da NBA. Os retornos de Kyrie Irving e Gordon Hayward podem até jogar contra essa previsão em um primeiro momento. Afinal, são os caras deste elenco com status de estrela e que devem concentrar a maior parte das finalizações no ataque mesmo. Mas Tatum é tão bom que poderá mostrar ao mundo todo que é uma peça tão importante para esse Celtics como qualquer outra.

Zach LaVine será um dos dez maiores cestinhas da temporada

LaMarcus Aldridge e Victor Oladipo ficaram empatados em nono lugar no ranking dos cestinhas da temporada passada. Ambos com média de 23,1 pontos por partida. É muito provável que a nota de corte seja maior, uma vez que o ritmo de jogo dos times de maneira geral parece estar ainda mais acelerado. Mas LaVine tem tido liberdade o suficiente para fazer o que bem entender no ataque do Bulls e tem sido incrivelmente eficiente com a bola nas mãos, especialmente para tirar proveito da capacidade atlética em “mismatches” que o favoreçam. Talvez a quantidade de finalizações por partida diminua um pouco quando Lauri Markkanen estiver de volta. Mas nada que afaste LaVine da casa dos 25 pontos por jogo.

DeMarcus Cousins não fará tanta diferença para o Warriors

O Warriors não vai forçar a volta dele — e tem toda a razão para isso. Quando isso acontecer, boa parte da temporada já vai ter passado. O retorno será feito aos poucos, com minutos reduzidos. Não só pela cautela natural que a situação demanda, mas também porque as coisas já estarão bem redondas. Talvez Cousins tenha mais espaço mais na reta final da fase de classificação, quando a cabeça de todo mundo já estiver nos playoffs e Steve Kerr estiver bem mais aberto a fazer testes. Algumas atuações de impacto provavelmente aparecerão nesta época. Mas aí os playoffs vão chegar e os adversários vão explorar Cousins na defesa. Não quer dizer que será um jogador inviável de se manter em quadra, longe disso. Mas estará claro, principalmente contra adversários que conseguirem impor mais resistência, que o melhor quinteto do Warriors será um com Kevon Looney ou mesmo Andre Iguodala ao lado dos outros quatro pilares desta equipe — Draymond Green, Kevin Durant, Klay Thompson e Stephen Curry.

Teremos um mesmo campeão

Pois é. Será o Warriors. A diferença é que desta vez o Cleveland Cavaliers não estará do outro lado. Quem perderá a final da NBA será o Boston Celtics, que não será varrido. Talvez até morda duas partidas, o que já estaria de ótimo tamanho, mas é isso. Kevin Durant vai ficar depois disso? Aí já será uma outra história.

Prêmios individuais

Antes de mais nada, vale a pena o registro: todas as escolhas foram feitas antes da temporada e enviadas ao Jumper Brasil.

MVP: Kawhi Leonard

A aposta era que ele voltaria ao mesmo alto nível que estava ao final da temporada 2016/17, quando ficou entre os três finalistas na corrida pelo prêmio de MVP. Algo dizia que Russell Westbrook e James Harden, os outros dois finalistas daquela oportunidade, não teriam temporadas tão impactantes assim quanto Kawhi em seu novo time. Isso poderia abrir espaço então para gente como Anthony Davis e Giannis Antetokounmpo? Sem dúvida. Mas a aposta foi que o Raptors não só voltaria a brigar pela liderança do Leste como deixaria bem claro o quanto Kawhi melhora essa equipe nos dois lados da quadra. Com o prêmio nas mãos, ficaria bem mais difícil ele abrir mão da renovação com o Raptors em busca de novos ares.

Melhor defensor: Al Horford 

O Celtics terá a melhor defesa da NBA e Horford ficará marcado como o grande símbolo disso. Não é de hoje que a sua versatilidade permite ao time executar diversas estratégias na hora de defender. A capacidade de ler o que está acontecendo em tempo real e coordenar as reações dos companheiros também é algo que aparece há tempos, desde a época em que estava no Atlanta Hawks. Chegou a vez disso tudo render a ele um prêmio ao final da temporada.

Melhor reserva: Eric Gordon 

Agora, em meio a esse início de campanha complicado do Houston Rockets, parece mais difícil imaginar isso acontecendo. Mas parecia alguém em ótima condição nesta corrida. Afinal, trata-se de alguém que tem o tiro de longa distância como carro-chefe, que joga em um time extremamente orientado para isso ofensivamente e de rotação bem curta. O que o favoreceria na questão da quantidade de minutos que morderia para entregar sua produção.

Melhor técnico: Brad Stevens 

Está aí uma incoerência se olharmos para todos esses palpites de uma vez. Se Kawhi for o MVP e o Celtics tiver a melhor defesa da NBA, mas não liderar o Leste, então como Brad Stevens seria o melhor treinador da temporada? Claro que pode acontecer, vai saber, mas parece uma combinação improvável. É que essa aposta, na verdade, foi feita na base da segurança. Só para ver se alguma coisa no meio disso tudo se concretiza. Em todo caso, vale a pena deixar registrada por aqui uma espécie de plano B: Quin Snyder. Até porque anda bem forte pelos lados de cá a crença na capacidade do Jazz de fisgar um segundo lugar do Oeste.

Melhor novato: Luka Doncic

Será uma disputa intensa com DeAndre Ayton ao longo de temporada. No começo, pode até parecer que o pivô do Phoenix Suns estará à frente nesta corrida. Mas depois vai ficar difícil não apontar Doncic quando estiver bem claro o grau de influência dele em um time mais organizado e competitivo. Na verdade, dá até para ir mais longe: o mundo irá se convencer de que o esloveno levou para a NBA tudo o que tinha no basquete europeu. O que, no caso, é coisa demais.

Jogador que mais evoluiu: D’Angelo Russell 

Mais um palpite dado antes de a temporada começar e que já desperta uma boa dose de arrependimento. Mas alguma coisa dizia que em algum momento Russell iria explodir e se tornar o jogador que qualquer torcedor otimista do Lakers esperava em 2015. Vai entender.

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